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Fel |
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E no espaço vadio e vestiu no regaço résteas de sol... E pairou, insinuante, um instante assoprando na palma da vida uma fingida esperança... E o relógio mágico na magia do crepúsculo a transmudou em negras vestes rebordadas de brilho no trilho alto do céu... Feiticeira tarde enganadora na esmagadora desilusão se esvaiu transformada em noite não pariu uma só magia que prometeu... Negra bruxa, gargalha na madrugada e espalha desamor em meu peito ferido, recolhe na concha da mão um suspiro sentido e assopra nas cinzas a fugaz utopia... E rebola e se enrola faceira no eito do leito onde repousa o entulho da morte sentida a ilusão parida na tarde brilhante de lábios de mel que ora se faz noite negra e assombrosa numa desilusão temperada de dor e fel... |